Que decisão este estudo apoia?
Ajuda a decidir como organizar entradas e saídas, estacionamento, carga e descarga e eventuais adequações da rede viária, com base em medições e cenários explícitos.
Compare o tráfego existente com os deslocamentos que o empreendimento pode gerar e examine acessos, rotas e horários críticos antes de definir soluções viárias.
Ajuda a decidir como organizar entradas e saídas, estacionamento, carga e descarga e eventuais adequações da rede viária, com base em medições e cenários explícitos.
Pode ser exigido para polos geradores de viagens ou quando o município identificar necessidade de avaliar efeitos na mobilidade.

O desenho final do trabalho depende do empreendimento e das exigências do município.
Definimos os pontos e horários de observação conforme a diretriz do órgão de trânsito. As contagens distinguem movimentos e tipos de veículo para representar a demanda já existente.
Relacionamos porte, uso, vagas e operação do projeto à geração de viagens. A demanda projetada é somada ao tráfego medido, inclusive em situações conservadoras quando fizer sentido.
Os resultados são lidos junto com geometria viária, retornos, travessias e segurança. Daí saem recomendações de projeto e operação, sujeitas à avaliação do órgão competente.
Diretrizes viárias, períodos de contagem, métodos de cálculo, horizonte de análise e formato do relatório dependem da orientação do órgão local.
Preço e prazo de elaboração são informados após a análise do escopo. O tempo de análise do órgão público é uma etapa separada, definida pelo próprio órgão e sujeita a exigências complementares.

EIV com análise de trânsito integrada para uma loja de chocolates de grande porte na RS-235, entre Gramado e Canela. O estudo reuniu leitura urbanística do lote, diagnóstico da vizinhança, entrevistas, contagens de tráfego e comparação de cenários para orientar medidas de implantação e operação.
Ver o caseSão variações de nome para o estudo de impacto de trânsito. A denominação e o rito mudam conforme o município — por exemplo, RIT em algumas cidades.
Em vários municípios, sim: uma orientação ou diretriz viária do órgão competente costuma anteceder a elaboração técnica. Isso é verificado no enquadramento do caso.
O estudo indica as adequações necessárias. O projeto executivo de obras viárias, quando exigido, é um escopo adicional, apresentado como etapa própria ou parceria.
Não. A análise e a decisão cabem ao órgão competente, que pode solicitar ajustes e complementações.
Conte onde está o projeto e qual decisão precisa tomar. A partir do escopo, definimos entregas, prazo de elaboração e proposta.